domingo, 21 de dezembro de 2014

À espera do nunca




Foi nefasto o que aconteceu.
Já senti muitas dores na vida.
Mas a que mais doeu,
Foi a dor da tua partida.

Tudo desabou.
No abismo, à beira fiquei.
A última pedra que rolou.
Levou o amor que conquistei.

Não tenho mais nada.
Sentimento, sorriso ou alegria.
Pular não me custa nada.
Falta de mim ninguém daria.

Só tu podes me resgatar.
Onde estás agora?
Distante do sistema solar?
Ou no resplandecer da nova aurora?


4 comentários:

  1. Este comentário foi removido pelo autor.

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  2. Nossa! me descreveu... Não sei quantas vidas eu tenho mas, já morri algumas vezes...Mas, a gente renasce das cinzas como uma Fênix.A pior dor é na alma.Lindo seu poema, parabéns!

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  3. Faria toda a falta do mundo. Quem escreveria poemas tão lindos???

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