quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Lua encantada.




Oh luar, lua de prata.
Traga aquela, por favor,
No compasso de uma sonata,
Para dançar comigo o eterno embalo do amor.

Se choro não é de tristeza não.
Nem é saudade, simplesmente é prazer.
Por que Deus me estendeu Suas mãos,
E deu a mim a alegria de viver.

Noite cai, estrelas brilham.
Espero o alvorecer de um novo dia.
O céu, em meus olhos cintilam.
A luz que de você irradia.

Não me canso de a ti esperar.
Que, até ao mar, as montanhas se movam.
Pode o mundo todo se findar.
Esgotar todos os versos que trovam.

Volta, meu amor divinal.
Para os braços deste humilde mortal.
Que um dia lhe fez Deusa.
De extremo encanto, magia e beleza.

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